É difícil, mas eu preciso acreditar, aceitar.
A vontade de sair só não é maior que a vontade de encarar.
Estou com medo, estou com muito medo.
Medo da minha reação, mas me parece impossível
continuar vivendo com essas dúvidas.
Eu já não durmo mais e não me alimento como deveria.
Para completar ainda tenho que encarar um tal de futuro
que virá bater na minha porta perguntando da maneira
mais direta possível se eu estou pronta, ou se decidi
ficar parada no tempo...
O que vou responder?
Sei que ele não vai esperar o sangue que escorre
dos meus pulsos parar de jorrar.
E eu não posso e não quero exigir que ele me leve
nesse estado deprimente, escondido por alguns risos
que já não enganam ninguém.
Chegou a hora de decidir o que vai ser.
Pode não parecer, mas esse texto fala de amor.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
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