Sofrer por amor não é fácil,
mas te ver sofrer é desumano.
Pode parecer loucura,
mas daria minha felicidade
em troca da sua com prazer.
Sei que é impossível te proteger
de todos os sofrimentos e mazelas,
mas ninguém pode me impedir
de tentar, e pode ter certeza
que vou tentar com unhas e dentes
te proteger, cuidar de você pra sempre.
Posso chorar calada, engolindo meus prantos,
abafando gritos no peito, mas basta
uma lágrima cair de seus olhos
para que me desmonte completamente,
vou tirar satisfações com quem quer que seja,
brigo com Deus e Diabo se necessário for.
Quero te ver vivendo,
errando como todo mundo,
porém sendo feliz, sem dor.
Se te fez sofrer, era porque não te amava de verdade,
ou então porque amava tanto seu próprio mundinho,
que não foi capaz de derrubar seus próprios muros
de inquietude para te viver, para viver um amor.
Não te peço que corra para meus braços
sem amor verdadeiro e por pena, prefiro ficar
sozinha. Mas sempre que se sentir triste, vou
oferecer meu ombro amigo e sempre que se sentir só,
oferecerei um coração apaixonado.
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Sentindo Você
Sentir você, seu jeito todo singular,
Sertir você nas suas coisa, em seu perfeito tom de voz,
nem sempre dizendo o que eu queria ouvir.
Sentir sua maneira toda despojada e aventureira
de encarar a vida, sentir tudo que te torna tão apaixonante,
é o caminho dos meus passos.
Me desorienta com uma habilidade revoltante!
Como alguém pode ter tanto domínio assim sobre mim ?...
Que me respondam os amantes.
Com aquele olhar escandalosamente estraordinário, me leva de um instante puro,
ao lado mais saboroso do pecado.
Tenho medo de pensar no que sou capaz de fazer, porque você me deixa completamente
embreagada e os ébrios não combinam com consequências racionais.
Alguns amores passaram, talvez outros virão, mas só você eternizou,
ganhou o coração do meu coração e só você terá
o poder de levar o brilho da minha alma embora.
Morra, que eu morro junto.
Pule no abismo, que te busco.
Cante, que te acompanho.
Ilumine, que estarei aquecida.
Viva, que eu vivo.
Despreze, que ainda continuarei te amando.
Seja feliz, que terá valido a pena.
Toque seu violão, que continuarei respirando.
Me dê um abraço, um sorriso,
que poderei até morrer em paz .
Sertir você nas suas coisa, em seu perfeito tom de voz,
nem sempre dizendo o que eu queria ouvir.
Sentir sua maneira toda despojada e aventureira
de encarar a vida, sentir tudo que te torna tão apaixonante,
é o caminho dos meus passos.
Me desorienta com uma habilidade revoltante!
Como alguém pode ter tanto domínio assim sobre mim ?...
Que me respondam os amantes.
Com aquele olhar escandalosamente estraordinário, me leva de um instante puro,
ao lado mais saboroso do pecado.
Tenho medo de pensar no que sou capaz de fazer, porque você me deixa completamente
embreagada e os ébrios não combinam com consequências racionais.
Alguns amores passaram, talvez outros virão, mas só você eternizou,
ganhou o coração do meu coração e só você terá
o poder de levar o brilho da minha alma embora.
Morra, que eu morro junto.
Pule no abismo, que te busco.
Cante, que te acompanho.
Ilumine, que estarei aquecida.
Viva, que eu vivo.
Despreze, que ainda continuarei te amando.
Seja feliz, que terá valido a pena.
Toque seu violão, que continuarei respirando.
Me dê um abraço, um sorriso,
que poderei até morrer em paz .
sexta-feira, 12 de março de 2010
Sonhou
Os sonhos daquela garota eram realmente sonhos, provavelmente não se tornariam realidade, mas serviam para que surgisse uma ponta de esperança, para que os fatos não ficassem tão 'fatos', servia talvez para aliviar a dor das pessoas como ela, tão novas e já tão descrentes da vida. Uma luz no fim do túnel pode tanto ser uma saída quanto um trem em alta velocidade, o que não deixa de ser uma saída.
Sonhou com um lugar comum, parecia uma lanchonete ou algo assim, apesar da perfeição de detalhes, nunca havia estado lá. Conversou com alguma pessoas, bebeu algo e assistia sem muita atenção ao noticiário, é claro que ele estava lá, como disse, era um sonho e sua presença caracterizava isso mesmo na 'vida real' , as mãos brincavam por um motivo qualquer provocando algumas leves risadas ,às vezes nem tão silenciosas.
As brincadeiras viraram carícias, até que com um ar triste e concentrado ele começou acompanhar com seus dedos os traços da mão esquerda da menina, tão concentrado que não notou estar sendo observado pela moça no que fazia.
A curiosidade da menina em saber o que era aquilo só não foi maior que seu encantamento ao encarar aquele rosto de perfil, tão próximo, tão longe, tão perfeitamente desenhado e tão apaixonadamente encantador. A garota beijou sua face em um tempo relativamente longo para os outros, porém sempre curto demais para ela, ele beijou levemente seus lábios, mas nem uma bomba nuclear teria efeito tão avassalador, o tom era de despedida, se abraçaram carinhosamente e mais uma vez ele sumia em seus braços com um suspiro, ela estava acordando.
Abriu os olhos lentamente , dividia a cama com seu violão, ficou olhando um bom tempo para aquele instrumento que sempre levava seus pensamentos de volta ao rapaz, até que a chuva no telhado de sua janela fez a garota entender que mais uma vez havia sido um sonho.
Talvez mergulhar em uma banheira de ácido traria menos dor, pelo menos a dor física é localizável, já a sentimental consome todo o seu corpo, paralisa sua mente e nunca tem fim. Além de todo aquele sentimento de tristeza e amor incurável, ela ainda não tinha com quem se abrir, como chorar, seus companheiros eram o papel, a caneta e um violão de testemunha, para quem ela contou uma história de dores, amor e sonhos em terceira pessoa.
Sonhou com um lugar comum, parecia uma lanchonete ou algo assim, apesar da perfeição de detalhes, nunca havia estado lá. Conversou com alguma pessoas, bebeu algo e assistia sem muita atenção ao noticiário, é claro que ele estava lá, como disse, era um sonho e sua presença caracterizava isso mesmo na 'vida real' , as mãos brincavam por um motivo qualquer provocando algumas leves risadas ,às vezes nem tão silenciosas.
As brincadeiras viraram carícias, até que com um ar triste e concentrado ele começou acompanhar com seus dedos os traços da mão esquerda da menina, tão concentrado que não notou estar sendo observado pela moça no que fazia.
A curiosidade da menina em saber o que era aquilo só não foi maior que seu encantamento ao encarar aquele rosto de perfil, tão próximo, tão longe, tão perfeitamente desenhado e tão apaixonadamente encantador. A garota beijou sua face em um tempo relativamente longo para os outros, porém sempre curto demais para ela, ele beijou levemente seus lábios, mas nem uma bomba nuclear teria efeito tão avassalador, o tom era de despedida, se abraçaram carinhosamente e mais uma vez ele sumia em seus braços com um suspiro, ela estava acordando.
Abriu os olhos lentamente , dividia a cama com seu violão, ficou olhando um bom tempo para aquele instrumento que sempre levava seus pensamentos de volta ao rapaz, até que a chuva no telhado de sua janela fez a garota entender que mais uma vez havia sido um sonho.
Talvez mergulhar em uma banheira de ácido traria menos dor, pelo menos a dor física é localizável, já a sentimental consome todo o seu corpo, paralisa sua mente e nunca tem fim. Além de todo aquele sentimento de tristeza e amor incurável, ela ainda não tinha com quem se abrir, como chorar, seus companheiros eram o papel, a caneta e um violão de testemunha, para quem ela contou uma história de dores, amor e sonhos em terceira pessoa.
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